Profissionais dos Sindicatos Rurais do Oeste, Meio-Oeste e Extremo-Oeste de Santa Catarina participaram, entre 25 e 27 de agosto, em Chapecó, do segundo treinamento promovido pelo Sistema Faesc/Senar sobre a Declaração do Imposto Territorial Rural (ITR) 2026 e Ganho de Capital. O foco foi a atualização técnica das equipes que orientam os produtores rurais nas obrigações fiscais.
O treinamento foi conduzido pelo contador e auditor independente Seres Baum e coordenado pela assessora jurídica do Sistema Faesc/Senar, Andreia Barbieri Zanluchi. Estiveram presentes o presidente do Sindicato Rural de Chapecó, Luiz Carlos Travi, e o supervisor regional do Senar/SC, Helder Jorge Barbosa.
Esta capacitação é a segunda etapa do programa deste ano; a primeira ocorreu de 19 a 21 de agosto em Florianópolis, reunindo 40 profissionais de diversas regiões do estado. O treinamento abordou o preenchimento da declaração, a documentação necessária e as mudanças previstas para 2026, visando garantir um atendimento qualificado aos produtores.
Luiz Carlos Travi ressaltou a importância da atualização das equipes para oferecer orientação segura aos produtores, afirmando que “o ITR faz parte da rotina fiscal da propriedade rural e precisa estar corretamente declarado”.
Helder Jorge Barbosa destacou que a capacitação fortalece os Sindicatos Rurais como referências locais e melhora a qualidade dos serviços prestados. Andreia Barbieri Zanluchi avaliou positivamente os treinamentos, ressaltando que uma das principais alterações diz respeito ao acesso e entrega da declaração para pessoas físicas com imóveis acima de 100 hectares e pessoas jurídicas.
O novo procedimento deve ser realizado pelo serviço digital Minhas Declarações do ITR, acessível por conta gov.br nível prata ou ouro. A assessora jurídica também alertou para o prazo de entrega da Declaração do ITR 2026, que se encerra em 30 de setembro, abrangendo pessoas físicas e jurídicas proprietárias de imóveis rurais.
José Zeferino Pedrozo, presidente do Sistema Faesc/Senar, enfatizou que o aprimoramento contínuo das equipes fortalece a atuação sindical e amplia o suporte ao setor produtivo, permitindo melhor orientação aos associados e estreitando o relacionamento com os produtores rurais.