A análise das eleições de 2024 revela que, apesar do avanço das candidaturas femininas e da consolidação de políticas públicas, as Câmaras e Assembleias ainda não representam adequadamente a diversidade populacional brasileira.
A professora Cintia Ribeiro de Souza, do departamento de Sociologia e Ciência Política da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), aponta que a discrepância entre o número de candidatas e a quantidade de eleitas está ligada ao patriarcado.
