O Governo Federal apresentou o Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) para 2027, prevendo um superávit primário de R$ 18,6 bilhões, considerando todas as receitas e despesas sem descontos.
O resultado ajustado, que inclui descontos previstos pela lei do Regime Fiscal Sustentável, é de R$ 83,4 bilhões, superando a meta fiscal de R$ 73,2 bilhões em R$ 10,1 bilhões.
O PLOA 2027 estabelece um limite de R$ 2,576 trilhões para despesas primárias, um aumento de 7,7% em relação a 2026. Esse reajuste é composto por 4,64% referente ao IPCA e 2,5% de crescimento real.
Além disso, a proporção das despesas obrigatórias em relação ao total das despesas primárias deve cair de 92,4% em 2026 para 91,7% em 2027. As despesas obrigatórias em relação ao PIB também devem recuar de 17,5% para 17,3% no mesmo período.
O orçamento prevê R$ 272,2 bilhões para a Saúde, R$ 141,2 bilhões para a Educação e R$ 133,8 bilhões para Investimentos. O salário mínimo estimado é de R$ 1.741, considerando uma alta real.
O orçamento total para 2027 é de R$ 7,449 trilhões, incluindo R$ 3,821 trilhões em despesas financeiras e R$ 209,7 bilhões para o Orçamento de Investimento das Empresas Estatais.
