Desde 1996, quatro empresas venceram licitações da Justiça Eleitoral para fabricar as urnas eletrônicas utilizadas no Brasil. Ao todo, foram 14 modelos e mais de 1,4 milhão de equipamentos produzidos.
O processo de fabricação segue regras rígidas definidas em edital do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que especifica requisitos técnicos e de segurança em mais de 500 páginas. As empresas não produzem um modelo próprio, mas sim um equipamento único, projetado pelo TSE.
“O Brasil não compra um modelo específico de urna de fabricantes. O processo de produção é do TSE. A urna também é um projeto do Tribunal Superior Eleitoral”, explica Rafael Azevedo, coordenador de Tecnologia Eleitoral do TSE.
As fabricantes e os modelos que produziram são: Positivo (UE2022 e UE2020), Diebold (modelos 2015, 2013, 2011, 2010, 2009, 2008, 2006 e 2004), Unisys (modelo 2002) e Microcity (primeira urna, UE1996).
